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Espírita - Brasil

quarta-feira, 4 de maio de 2016

JULGAMENTO ESPIRITUAL

O mais importante na vida é a vida que você leva. Não importa uma filosofia de vida, importa o que resulta desse entendimento. Mais importante do que definir a crença religiosa é o que dela resulta de positivo no plano individual da pessoa e no plano social da coletividade.

Você é uma pessoa boa e justa no cômputo geral sua existência? Ética e moral são princípios presentes no seu dia a dia?  Qual a sua visão para o bem estar social de toda a humanidade? Essas perguntas definem melhor você do que a religiosidade que possa ostentar.

A melhor religião é a prática do bem.  A árvore será julgada pelos frutos que produzir. Quando findarmos nossa passagem pela Terra, seremos lembrados pelo que aqui construímos em prol do grupo familiar e pela utilidade que tivemos para o grupo social.

Vivemos, quase sempre, esquecidos do que somos e do que viemos fazer.  Somos almas que se dirigem para Deus, subindo degraus da espiritualidade que correspondem ao bem que praticamos e às virtudes que adquirimos, nesse simples ato de viver sobre a Terra.

Ninguém nos julgará pelo que fizemos ou pelo que deixamos de fazer - seremos julgados pela nossa própria consciência - e nenhuma condenação receberemos de terceiros, mas de nós mesmos. Teremos diante de nós o bem ou o mal praticados, os quais nos carrearão tristeza e sofrimento ou alegrias e felicidades, levando-nos ao campo mental e associações que correspondem aos nossos atos. Nossa morada espiritual será aquela que for adequada à evolução que houvermos conseguido.

Ninguém irá perguntar pela dignidade do nome que usamos na Terra e nem pelos cargos e poder exercidos ou fama e popularidade conquistadas.

A vida é eterna para todo espírito, em condições de igualdade. A diferença entre uns e outros, que será vista por todos, será a LUZ que emanará de nossos corpos espirituais.  A religião seguida aqui na Terra poderá até servir para juntar comunidades afins, mas nunca será privilégio que comportem benefícios ou preferências. Estes serão aferidos pela elevação moral e pelo bem praticado.

Não há religião melhor nem pior entre as que se dedicam ao ensinamento espiritual e à elevação moral dos homens. A religiosidade será aferida pelo teor prático na prática do bem. Dessa forma, podemos concluir que a a melhor religião é a sua, desde que aos requisitos mencionados e que lhe ofereça as condições de evoluir espiritualmente. 

Nesse raciocínio, também podemos afirmar que não importa se alguém não segue religião alguma, desde que sua filosofia de vida lhe permite obter os mesmos resultados que outra pessoa religiosa, ou seja, os frutos da boa árvore. Quem é ateu não praticou nenhum mal por essa sua decisão pessoal. Dela não resultou nenhum mal para a humanidade.

O resto ficará por conta da Lei da Ação e Reação a que todos estamos sujeitos. Cada um recebendo de volta o bem que praticou ou o mal que causou.

A árvore será julgada pelos frutos que produzir.


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