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Espírita - Brasil

segunda-feira, 30 de maio de 2011

PROVAI E VEDE


PROVAI E VEDE


Bendirei ao Senhor em todo o tempo

A minha alma se gloriará no Senhor

Os humildes ouvirão e se alegrarão

Busquei o Senhor e ele me acolheu

Livrou-me dos meus temores.

Contemplai-o e sereis iluminados

O anjo do Senhor acampa-se ao redor

E livra aqueles que o temem.

Oh! Provai e vede que o Senhor é bom

Bem aventurado aquele que nele se refugia

Nada falta àqueles que temem ao Senhor.

Refreia a tua língua de falar dolosamente

Aparta-te do mal e pratica o que é bom

Os olhos do Senhor repousam sobre os justos

Ele os escuta e livra das suas tribulações.

Perto está dos que têm o coração quebrantado

Ele salva os de espírito oprimido.

O Senhor resgata a alma dos que o temem

Dos que nele confiam

Nenhum será condenado.


(Texto baseado no Salmo 34)




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sábado, 28 de maio de 2011

ZÉ MARIA - ESPIRITISMO, PESCARIAS, ETC. ETC.

O José Maria Campos de Almeida, mais conhecido como Zé Maria-eletricista, é um amigo que conheci na Praia de Atafona,  Município de São João da Barra-Rj.

Começamos praticamente juntos no estudo do Espiritismo, ele porque detentor da mediunidade de cura e eu por interesse da busca da verdade.

Nasceu de pai espírita que, em vida, exerceu a mediunidade de cura pelo interior do Estado do Rio de Janeiro, paralelamente ao seu trabalho para o Governo do Estado. O Zé Maria, no entanto, só se tornou espírita quando viu aflorar em si o  "dom de cura", como tinha o do pai.

Por esse tempo compartíamos a praia, as pescarias e algumas "caipirinhas", em casa, na volta da praia. Não posso deixar de mencionar o bom peixe frito e o camarão pitu "do Rio", naquele tempo, ainda abundante no Rio Paraíba que ali deságua.  Também o pirão de peixe que era uma iguaria no preparo desse meu amigo.

Diga-se, para boa compreensão, que já estávamos ambos aposentados de nossos trabalhos profissionais. Sobrava tempo para o lazer e para estudar o Espiritismo.

A propósito das pescarias, uma boa lembrança que guardo é a de que ele me ensinou a pescar "de mão". É isso mesmo: Ensinou-me a mergulhar e pegar o peixe com as próprias mãos.  Foi uma experiência muito interessante e, ainda, com a vantagem de ser uma excelente história de pescador, uma vez que muitos não acreditam nesse tipo de pescaria. 

Quem nasceu e mora na beira de rios sabe que é possível e até bastante fácil, depois que se consegue mergulhar e se manter debaixo dágua pelo  tempo necessário à captura dos peixes, diretamente nas tocas em que se maloca.

No aprendizado da Doutrina Espírita, trocávamos os livros lidos e as experiências do dia a dia. O Zé era o homem dos passes e da cura e eu, sem maiores dotes práticos, gostava mais de elaborar textos que, por vezes, resultavam em pequenas palestras no Centrinho que a Da. Lea, uma vizinha, mantinha em sua casa.

Ainda me lembro das tardes na varanda, das redes e da brisa do mar, no refrescante vento nordeste que, por vezes, nos levava a nos cobrir com alguma coisa.

O Zé Maria era o eletricista do lugar. Muito conhecido por todos os moradores, não tardou muito para que as pessoas passassem a abordá-lo, em plena rua, para receberem passes ou para que ele atendesse a pessoas enfermas, em suas casas. E o Zé Maria a todos atendia, em seus lugares.

Quando eu lhe dizia que era melhor que encaminhasse aquelas pessoas para o seu local de atendimento, ele, invariavelmente, respondia: As pessoas precisam, pedem, e eu não sei negar o passe.

Por esse tempo, o Zé Maria, que morava sozinho, organizou-se para uma reunião diária de orações, na qual atendia a todos que ali comparecessem.

Também atuou como palestrante espírita, requisitado pela Da. Léa, mas, nesse campo, logo concluiu: "Essa não é a minha praia, vou continuar apenas com os meus enfermos, onde me sinto mais útil".

Sua casa logo se tornou um endereço para enfermos e pessoas com problemas pessoais. Muitas vezes estivemos juntos nessas reuniões de estudo e tratamento. Em diversas oportunidades se juntou a nós o Jostemídio Abreu, o Jô, nosso grande amigo espírita de Niterói.

Boas lembranças!

Atualmente, pessoas residentes nas cidades vizinhas, do Rio Janeiro e do Espírito Santo, também procuram o Zé Maria nos seus problemas de saúde e dele têm recebido a assistência e a cura, ministradas pelos Amigos Espirituais que com ele trabalham.

O Zé Maria é uma pessoa simples e agradável. Acabou dedicando a sua vida ao atendimento daqueles que o procuram para tratamento espiritual. 

Ele vive só em sua casa, mas, cercado por muitos amigos, deste e do outro mundo.

Eu sei que ele não gosta de divulgação própria, mas não posso deixar de homenageá-lo nesse meu pequeno espaço.

PARABÉNS, Zé Maria!

Que os bons espíritos continuem a abençoá-lo nesse belo trabalho espiritual.



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sexta-feira, 27 de maio de 2011

OS VIVOS SE COMUNICAM COM OS MORTOS?

Há sonhos que parecem realidade. Ocorrem, geralmente, ao amanhecer e nos deixam com a impressão de que os fatos acabaram de acontecer, ou melhor, poderiam ter sequência natural depois que acordamos. Despertamos ainda procurando por algo ou alguém que estava ao nosso lado.
Esses sonhos são experiências vividas em outra realidade. São ocorrências  de pessoas ou fatos conosco relacionados, nessa ou em outras vidas. Também podem estar relacionados às “viagens” do espírito, fora do corpo, no período em que o corpo em sono descansava.
Podem os “mortos” se comunicar com os vivos?
A resposta é sim.
Muitos textos da Bíblia confirmam isso. Muitas visões... anjos... anjos da guarda... Samuel e a pitonisa... a transfiguração de Jesus com a presença de Moisés e Elias... muitos casos de expulsão de espíritos malignos... a repreensão de Paulo ao vidente, etc., confirmam o possível intercâmbio com os que já morreram e, mais expressamente,  a advertência do Apóstolo São João:
“Amados não acrediteis em qualquer espírito, mas examinai-os para ver se são de Deus...” I Jo. 4:1.
Assim, a Bíblia responde à pergunta e, ao mesmo tempo, esclarece que a comunicação com os mortos pode ser feita com espíritos que são de Deus e com aqueles que não são de Deus. O Apóstolo S. João instrui para que se acautelem os fiéis para não darem ouvidos aos espíritos enganadores.
A Doutrina Espírita dispõe que o contato entre os “vivos” e os “mortos” se dá cotidianamente e com toda a naturalidade. Eis o ensinamento dos Espíritos Superiores:

“Questão 459 do LE: 

Influem os Espíritos em nossos pensamentos e em nossos Atos?
Resposta: 

Muito mais do que imaginais. Influem a tal ponto que, de ordinário, são eles que vos dirigem.”

Os espíritos sobrevivem à morte do corpo físico e, vivos, vão habitar regiões do mundo espiritual. Por isso, está dito:

DEUS É DEUS DE VIVOS E NÃO DEUS DE MORTOS (Jesus)
Mateus 22:32

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quinta-feira, 26 de maio de 2011

A LEI DE DEUS


OS DEZ MANDAMENTOS (Moisés)


Eu sou o Senhor, Teu Deus.

Não terás outros deuses diante de mim.

Não pronunciarás em vão o nome do Senhor, Teu Deus.

Lembrar-te-ás de santificar o dia do sábado.

Honrarás a teu pai e a tua mãe.

Não matarás.

Não cometerás adultério.

Não roubarás.

Não prestarás falso testemunho.

Não desejarás a mulher do teu próximo.

Não cobiçarás a casa do teu próximo,
nem qualquer das coisas que lhe pertençam.


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O resumo da Lei, segundo Jesus:



Amarás ao Senhor, Teu Deus,
sobre todas as coisas
 e ao teu próximo como a ti mesmo.



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quarta-feira, 25 de maio de 2011

MÚSICAS ESCOLHIDAS II


MÚSICAS ESCOLHIDAS II

 

Aleluia !!! – Haendell - por Andre Rieu http://www.youtube.com/watch?v=76RrdwElnTU



Ave Maria - de Marcus Viana - por Elizabete Lacerda




O Homem Bom - Roberto Carlos



Seu Nome é Jesus Cristo - Pe. André Luna



O Homem - de Roberto Carlos - por Elizabete Lacerda


Prece de Amor "Canção do Irmão Ausente" por Elizabete Lacerda

segunda-feira, 23 de maio de 2011

ESPIRITUALIDADE X DINHEIRO


Estamos vivenciando uma época em que os templos religiosos se multiplicam velozmente e a eles se somam os espaços de mídia, verdadeiros "templos virtuais", cujo alcance mal se pode dimensionar. 

As religiões se criam, se dividem e se recriam, ao mesmo tempo em que adquirem espantosa expressão econômica em função dos valores arrecadados aos fiéis em nome de Deus. 

Presenciamos líderes religiosos que já se permitem possuir jatinhos, emissoras de TV, carros de luxo e, até, badaladas mansões cinematográficas, em aprazíveis locais, isso por citarmos apenas os bens visíveis.

Por isso, ocorreu-me comentar esse aspecto monetário da realidade religiosa, para expor a atuação do Espiritismo e dos Centros Espíritas, em face das religiões constituídas, tanto sob o prisma da atuação evangélica, como sob o aspecto econômico que possa decorrer dessa atuação.

Anotamos que o Espiritismo:

Não faz proselitismo.
Não tem hierarquias dirigentes.
Não mantém cargos eclesiásticos.
Não cria dogmas de fé.
Não cobra por trabalhos ou qualquer outra atuação.
Não remunera os seus dirigentes.
Não possui ritos e cerimoniais.
Não adota a construção de templos.
Não exige valores pecuniários, a qualquer título, apenas que recebe contribuições espontâneas dos seguidores ativos vinculados à Casa Espírita e, também, aceita doações - roupas e alimentos - se mantém trabalhos de assistência social a pessoas carentes.

O lema de todo trabalho Espírita é a máxima evangélica:

“De graça recebestes, de graça dai".

Se alguma pessoa ou instituição cobra por trabalhos espirituais, certamente que o faz à margem dos ensinamentos da Doutrina codificada por Allan Kardec. 

Não pode haver comércio com os espíritos, em nome deles ou através deles. Isso resultaria em prejuízos para os dois lados da transação, o físico e o espiritual.  Toda a atuação espírita deve se fundar no amor e na caridade, fora desse espaço, é de se admitir a contração de débitos espirituais que, em dado momento, serão cobrados e saldados, com o sacrifício correspondente.

O espírito não necessita de nenhum bem material para a sua vida no plano astral. Se ele exige algo material, demonstra pouca ou nenhuma elevação espiritual e, portanto, não possui condições morais de ajudar a quem quer que seja, estando, ele mesmo, necessitado de ajuda e esclarecimento.

Vale a pena conhecer os  PRINCÍPIOS CRISTÃOS, MORAIS E ÉTICOS, sobre os quais se sustenta o Espiritismo.



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domingo, 22 de maio de 2011

MEDO DA MORTE - Blog dihitt


MEDO DA MORTE


Além de divulgar o Espiritismo, este blog pretender ser também um local para troca de opiniões. Assim, publico o comentário que fiz em outro blog, no aguardo de outras opiniões sobre o tema.

Meu comentário sobre o artigo Medo da Morte, publicado no Blog diHITT:

http://www.dihitt.com.br/barra/o-medo-da-morte-3 (siga o link para ler o texto)

“Olá,
Muito interessante o artigo e comentários adicionados.

Os dois fenômenos mais naturais da vida são o nascer e o morrer. Acho que muito da fuga do evento "morte" decorre de que toda a programação do corpo físico é para viver. Morrer para o elemento físico é a negação da vida, portanto, deve ser evitado. Assim se compreende a luta do organismo humano para se manter vivo até aos últimos momentos.

Agora, falando sobre o elemento não físico - o espírito – o qual habita e se expressa através do corpo físico, o evento “morte” representa a libertação do espírito. Para o espírito, a morte é como a campainha que avisa ao operário o final do seu dia de trabalho.

Então, por que o medo da morte?

Viemos ao mundo numa missão de aprendizado e, no final dessa vida terrestre, estaremos diante do resultado final. Fomos bem ou fomos mal na prova? Qual foi o grau do nosso aproveitamento?

É claro que todo aluno sofre de muita ansiedade e se preocupa com os exames finais do seu curso.

O medo ou pavor da morte, para mim, estaria mais adequado aos alunos que não se prepararam nas matérias que cursou ou que abandonaram os estudos, voltados para outras atividades mais aprazíveis e que, mesmo assim, devem comparecer, compulsoriamente, para os exames finais.

Por isso, nada de medo da morte! Melhor é estudar e se preparar para alcançar bom resultado final.

Abraço.
Euleir Eller”

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O Espiritismo lançou as luzes sobre o que há depois da morte. Revelou que:

A vida é eterna. A morte é somente uma troca da vestimenta do espírito;

A viagem do espírito inclui múltiplas “vidas”;

Não há penas eternas;

A meta e o destino de todo o espírito é atingir a perfeição;

A felicidade será a conquista de cada um;

A infelicidade será a colheita obrigatória dos frutos cultivados.



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sábado, 21 de maio de 2011

RETIDÃO


RETIDÃO


Bem aventurado o homem que não anda
Segundo o conselho dos ímpios,
Nem se assenta na roda dos escarnecedores.
Antes tem o seu prazer na lei do Senhor,
E na sua lei medita de dia e de noite.
Pois o Senhor abençoa o caminho do justo.
Tudo quanto ele fizer prosperará.
Ele será como a árvore plantada
Junto às correntes de águas,
A qual dá o seu fruto na estação própria
E cujas folhas não caem.


(Baseado no Salmo 1)


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sexta-feira, 20 de maio de 2011

O VIVER ESPÍRITA É:



O VIVER ESPÍRITA É:



Abraçar os ensinamentos de Jesus.

Buscar sempre a reforma íntima.

Construir a fé pelo raciocínio, à luz da razão.

Cultivar os valores familiares.

Desejar aprender sempre.

Estar sempre pronto a servir.

Estudar a Doutrina codificada por Allan Kardec.

Exercitar a caridade.

Não desejar aplausos pelo serviço realizado.

Não exigir privilégios.

Não se julgar indispensável.

Não utilizar a Doutrina Espírita para fins particulares.

Reconhecer-se, sempre, um instrumento.

Ser escravo da verdade.

Vigiar para não se tornar joguete dos espíritos zombeteiros ou mistificadores.


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