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Espírita - Brasil

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

PALAVRAS DE FÉ E CONFORTO


          
No mundo tereis aflição. Coragem!
Eu venci o Mundo. Assim nos disse Jesus,
Para que Nele tenhamos paz.

O Apóstolo Paulo assim nos exortou:

Alegrai-vos sempre no Senhor!
Seja conhecida de todos a vossa bondade.
O Senhor está junto de vós.
Não vos inquieteis com nada.
Apresentai ao Senhor, em oração,
Vossas súplicas e ações de graças.
E a paz de Deus
Que excede todo o entendimento
Guardará os vossos corações
E os vossos pensamentos, em Cristo Jesus.

Nenhuma palavra má saia da vossa boca.
Não contristeis o Espírito Santo de Deus
Com o qual estais selados para a redenção.

Em tudo o que é respeitável,
Em tudo o que é justo,
Em tudo o que é puro, 
Em tudo o que é amável,
Em tudo o que é de boa fama,
Se alguma virtude ou louvor existe:
Seja isso o que ocupe o vosso entendimento.
E a paz de Deus habitará convosco.



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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

AS MORADAS NO ALÉM


Após a morte do corpo, o espírito volta ao plano astral, de onde veio ao renascer na Terra. No além, aguardará nova oportunidade para renascer, re-encetando a jornada de aprendizado e resgate, novamente no plano físico. 

Este é o plano geral. No plano particular das vidas de cada Espírito, é necessário dizer que cada espírito seguirá sempre o roteiro delineado à luz dos seus próprios débitos e créditos:
  • Será atraído para o campo astral correspondente às vibrações que cultivou em aqui na Terra;
  • O mau, será atraído para comunidades de espíritos maus;
  • O bom, será atraído para comunidades de espíritos bons;
  • A felicidade ou o sofrimento serão os frutos a colher, mediante a semeadura já realizada;
  • Não estará eternamente vinculado a nenhuma dessas faixas vibracionais;
  • esteja onde estiver, a graça e a misericórdia de Deus sempre o alcançarão, quando houver o arrependimento sincero e o manifesto desejo de obter o Socorro Divino. Sairá para novo renascimento.
Aos espíritos com relativa ascensão é permitido visitar os níveis espirituais imediatamente superiores, sempre acompanhados pelos respectivos Guias. Conquanto se extasiem com a beleza e a felicidade reinantes nos ambientes mais elevados, depressa precisam retornar aos ambientes de origem, pois não resistem à elevada energia desses lugares.

 O Umbral é uma das moradas do além aonde há muito sofrimento. Nele estagiam os espíritos com pesados débitos para com a Providência Divina e os que se negam a percorrer os caminhos do conhecimento e da evolução. É, também, uma morada transitória.

É grandiosa a missão dos nossos Centros Espíritas. Eles formam parte da cadeia assistencial aos espíritos estacionados no Umbral. Nossas Casas Espíritas são os grandes polos para a  libertação dessas almas, dentre as quais, as muitas julgam estar ali encarceradas para sempre, a mercê de espíritos maus e, totalmente, desamparadas do amor de Deus. Trazidos para as reuniões espíritas  esses espíritos, em grande sofrimento são, doutrinados e ali recebem o esclarecimento sobre a sua condição espiritual e sobre a necessidade de aceitar a ajuda espiritual oferecida pelos Guias Espirituais.

Outra morada celestial já muito conhecida é a Colônia Espiritual Nosso Lar, situada nas proximidades espirituais do Rio de Janeiro. Tivemos dela conhecimento através da mediunidade de Chico Xavier, no livro "Nosso Lar", obra ditada pelo espírito André Luís que, quando encarnado, viveu no Rio de Janeiro, como médico. A vida na Colônia Nosso Lar foi agora transformada num filme que foi muito bem recebido pelo público brasileiro, vindo a conquistar uma das maiores bilheterias de todos os tempos. A par de receber os espíritos que desencarnam e ali já residiam,   essa colônia espiritual, dedica-se a resgatar os espíritos sofredores do Umbral. Esse resgate só se torna possível quando os espíritos preenchem as condições já referidas de arrependimento e desejo de reparação dos erros passados. 

A propósito das moradas no além, sintetizamos, a seguir, o texto de uma interessante apresentação pps, que nos mandou o amigo Jostemídio, da "Comunidade Sabedoria Infinita", cujo autor não estava mencionado: 
“Certo homem, rico e poderoso, chegou ao plano espiritual e, por um guia, foi conduzido a sua nova casa. Caminharam por ruas calmas e tranquilas. Belas casas estavam ali construídas, emolduradas com gramados, belos jardins e bosques variados. Em certo ponto o guia mostrou-lhe uma casa graciosa e aconchegante e lhe disse: Essa será a casa da sua cozinheira. Mas adiante, mostrou-lhe outra casa, também graciosa e aconchegante, e disse:  Esta será a casa do seu jardineiro.
 O homem já previa para si uma casa grande e luxuosa, já que fora homem de muitas posses. Foi grande a sua decepção quando o guia parou diante de modesta casinha e lhe indicou a sua nova residência. Inconformado, ele pergunta ao guia: Como pode ser isso? Porque terei eu, homem de posses, de morar num casebre quase caindo aos pedaços, enquanto os meus empregos têm preparadas para si casas muito melhores e mais confortáveis?
O guia lhe respondeu, carinhosamente: Filho, aqui construímos as casas com os materiais que nos mandam, a cada dia,  os seus futuros moradores. Ainda inconformado, o homem objetou:  Por que ninguém me disse isso, enquanto estava vivo? Jesus o ensinou há mais de dois mil anos, respondeu-lhe o guia, mas muitos esqueceram. Sem mais argumentos, o homem se recolheu ao casebre construído com as poucas virtudes que cultivara em sua vida na Terra.
Nossos melhores tesouros são as nossas virtudes, todo o mais deixaremos sobre a Terra. A compaixão, a fraternidade, a solidariedade, a ternura e o afeto, serão  elementos da beleza e da harmonia, enquanto, a HONESTIDADE, a DIGNIDADE e a JUSTIÇA serão os alicerces sólidos para a construção segura das nossas casas no além."

O alerta é para todos nós. Se estamos passando pela vida, alegres e distraídos, em brancas nuvens, como diria o poeta, melhor pensar, seriamente, sobre esse assunto e nos conscientizarmos: Estamos construindo, agora, a nossa morada no além.
Fiquemos atentos ao conselho do nosso Mestre:

“Ajuntai tesouros no céu onde a traça não come, a ferrugem não destrói e os ladrões não roubam”  Jesus Cristo.


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domingo, 20 de fevereiro de 2011

REENCARNAÇÃO IV


Deus, em sua excelsa justiça e sabedoria, facultou ao homem - espírito encarnado - viver muitas etapas de vida física, aqui na Terra ou em outro planeta, consoante o estado do seu adiantamento.  Concedeu-lhe, assim, as necessárias oportunidades para o seu aprendizado e consequente evolução. Sabia o Criador que uma só existência seria insuficiente para ele obter todo o conhecimento e adquirir todas as virtudes.
Vimos, nos tópicos anteriores, diversas facetas ou enfoques do tema reencarnação. Hoje vamos nos ater a duas afirmações específicas de Jesus. São situações em que a reencarnação se torna o único instrumento para implementar  o cumprimento daquelas palavras do Mestre.

Se eu quero que ele permaneça até que eu venha, que te importa?" João 21:22.
Jesus afirma que o discípulo amado - João - estaria vivo quando da sua volta. Sabemos que João morreu, segundo consta,, em avançada idade, na ilha grega de Patmos, Como ele estará vivo quando Jesus retornar?



"Em verdade vos digo que alguns há, dos que aqui estão, que não provarão a morte até que vejam vir o Filho do Homem no seu reino." Mateus 16:28 (bibliaonline.com).
Novamente, o Mestre afirma que alguns dos seus discípulos estariam vivos em seu retorno à Terra. Dois mil anos se passaram desde essas duas afirmações. Todos aqueles homens já morreram, naquele corpo físico. De que forma poderão eles estarem vivos para presenciar a volta de Jesus?
Através da reencarnação dos espíritos, serão cumpridos os desígnios da Providência Divina. Os  discípulos referidos estarão vivos, na terra, e presenciarão a volta de Jesus ao nosso Planeta. Dessa forma, haverá o cumprimento das palavras do Mestre. Aqueles espíritos, contemporâneos de Jesus, renascerão na época adequada para tal ocorrência.
Como já foi dito anteriormente, a reencarnação possibilita ao espírito prosseguir o seu aperfeiçoamento e, também, oferece novas oportunidades para a reparação de erros das vidas precedentes..
A reencarnação é a própria graça e misericórdia de Deus. Ela faculta ao espírito o tempo e as vidas necessárias para conquistar o Reino dos Céus.
O nosso querido mestre de Lion, Allan Kardec, deixou gravado na lápide de seu túmulo, no cemitério de Père-Lachaise, em Paris, a frase que melhor sintetiza o ciclo das nossas vidas aqui na Terra:

“Nascer, viver, morrer, renascer ainda e progredir sempre.
Tal é a lei”.
Allan Kardec.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

REENCARNAÇÃO III


Abordagem da reencarnação como aceita na época de Jesus. Que entendimento nos passa o Mestre em algumas situações, citadas na Bíblia?

“Caminhando Jesus, viu um homem cego de nascença. E os seus discípulos perguntaram: Mestre quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego? Respondeu Jesus: Nem ele pecou, nem seus pais; mas foi para que se manifestem nele as obras de Deus." João 9:1-3 (bibliaonline.com)

A pergunta foi clara e objetiva: Quem pecou?  O homem que nascera cego, portanto - pecado anterior ao seu nascimento, ou seja, em vida passada – ou seus pais? Em sua resposta, Jesus não reprovou aquele entendimento, vigente, sobre as múltiplas vidas. Limitou-se a esclarecer que, naquela circunstância, não se configurava a ocorrência de pecado anterior ao nascimento e nem dos pais.

“Quem diz a multidão que eu sou? E, respondendo eles, disseram: João Batista; outros, Elias, e outros que um dos antigos profetas ressuscitou. E disse-lhes: E vós, quem dizeis que eu sou? E, respondendo Pedro, disse: O Cristo de Deus. Lucas 9:18-20 (bibliaonline.com)

Novamente fica evidente o tema reencarnação e, novamente, o Mestre não achou necessário corrigir o entendimento do povo e dos discípulos sobre a questão, mesmo sabendo que as pessoas admitiam que Nele, Jesus, estava reencarnado um dos antigos profetas.

“Em verdade, em verdade te digo que se alguém não nascer de novo, não pode ver o Reino de Deus. Quem não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no Reino de Deus.” João 3:3 e 5.(bibliaonline.com)

Jesus afirma a Nicodemos a necessidade da reencarnação para a conquista do Reino dos Céus.

“Eis que eu vos enviarei o profeta Elias, antes que venha o grande e terrível dia do Senhor.” Malaquias 4:5 (bibliaonline.com)
“Mas os discípulos o interrogaram:  Por que dizem pois os escribas ser necessário que Elias venha primeiro? Então Jesus respondeu: De fato Elias virá e restaurará todas as coisas. Eu, porém, vos declaro que Elias já veio e não o reconheceram.... Então os discípulos compreenderam que lhes falara a respeito de João Batista.”  Mateus 17:10-13 (bibliaonline.com)

"Elias já veio". Jesus afirmou, enfaticamente, a reencarnação do Profeta Elias.


quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

REENCARNAÇÃO II



O espírito é criado puro, todavia, sem conhecimentos ou virtudes. Dotado de individualidade e livre arbítrio encarna no plano físico onde vivenciará as situações e circunstâncias da vida, como espírito encarnado, na Terra ou em outro mundo que lhe seja designado.

Em suas vidas, interagindo com todos os seres criados por Deus, obterá os conhecimentos e as virtudes que necessita para ascender às regiões  celestiais onde habitam os espíritos puros, que atuam na execução dos desígnios de Deus para o todo o universo.
O espírito viverá muitas etapas de vida - aqui ou no além – e, assim, vivenciará o ciclo de reencarnações que se fizer necessário para sua ascensão.
Dessa multiplicidade de vidas – reencarnações - temos a clara distinção entre o corpo físico e o espírito que nele habita. O corpo é apenas a casa do espírito. O espírito preexiste ao corpo, não é criado apenas quando se forma o corpo no qual vai habitar. Algumas referências bíblicas atestam essa cronologia:
  • O corpo é criado do pó da terra e a seguir, recebe o espírito. Gênesis 2:7
  • “Antes que eu te formasse no ventre materno, eu te conheci...”. Jeremias 1:5.
  • “Depois disso disse o Senhor a Jó: Onde estavas tu quando eu lançava os fundamentos da terra? Diz-mo se tens entendimento. ...Tu o sabes, porque nesse tempo eras nascido, e porque é grande o número dos teus dias...” . Jó 38:1 e 21.
  • Ossos ressequidos são cobertos com carne, tendões e pele e, só depois, lhes é trazido o espírito. Ezequiel 37:3,7-10.
Afirmamos acima que o espírito preexiste ao corpo humano. Não nos foi revelado, ainda, quando são criados os espíritos e nem como funciona, nesse particular, a evolução de todos os seres vivos. A propósito, citamos as palavras de Jesus, que são compatíveis com a evolução de todos os seres e coisas:

"E não presumais, de vós mesmos, dizendo: Temos por pai a Abraão; porque eu vos digo que, mesmo destas pedras, Deus pode suscitar filhos a Abraão”.
Mateus 3:9 (bibliaonline.com)

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

REENCARNAÇÃO I


Reencarnação é a faculdade do espírito de renascer, ou seja, voltar a ocupar um corpo de carne e, assim, começar nova existência sobre o Planeta. É, com certeza, o ponto mais polêmico entre as verdades que constituem a Doutrina Espírita..

Os Espíritos Superiores nos ensinaram que Deus criou todos os Espíritos simples e ignorantes. Foram criados puros, porém, sem conhecimentos e sem virtudes.
A jornada do espírito tem por finalidade adquirir o conhecimento e conseguir a perfeição, condições para que ingresse na comunidade dos espíritos puros, os quais estão junto a Deus e executam os desígnios do Criador sobre todo o universo.
O caminho da perfeição deve ser percorrido por todas as almas. Vivendo nas muitas moradas celestiais ou como alma encarnada, nos planetas, o espírito progride sempre. Nunca regride. Quando galgar a condição de espírito puro a alma volta a Deus que a criou.
Nesse aprendizado, terá exercido, em todas as situações, o seu livre arbítrio,. Por isso, a evolução do espírito será sempre creditada ao seu próprio esforço. A ajuda de Deus e dos anjos da guarda - Guias Espirituais - estará sempre disponível.

Um só período de vida física na terra seria ínfimo para o espírito atingir tal finalidade. Dessa forma, o Criador concede a todos os seus filhos, sem distinção, a oportunidade de reencarnar quantas vezes forem necessárias para atingir a perfeição.

Gravidez (imagem da internet)
O espírito encarnado habita o corpo físico até que este se torne impróprio para as suas necessidades. Liberta-se então da vestimenta física e retorna ao mundo espiritual onde aguarda a oportunidade de habitar um novo corpo.
Enquanto espera, medita, estuda. Aprende o que julga mais oportuno com vistas as suas próximas vidas sobre a terra. Também, medita sobre o seu desempenho na etapa precedente. Dessa avaliação pode lhe advir sentimentos alegres ou tristes, conforme perceba que obteve êxitos ou fracassos. Daí resulta o sentir-se feliz ou infeliz  após a morte física.

Ao “nascer de novo” o espírito volta à terra em ambiente adequado a que possa corrigir os erros de existências anteriores, bem como, praticar os atos necessários para sua evolução espiritual.


Essas são as palavras de Jesus:

"Não te maravilhes de te ter dito:
Necessário vos é nascer de novo".
João 3:7  (Bíbliaonline.com)

sábado, 12 de fevereiro de 2011

No Lugar Certo. Na Hora Certa

VOCÊ É O CARA !
VOCÊ É IMORTAL!

VOCÊ ESTÁ NO LUGAR CERTO, NA HORA CERTA!

Fez-se uma grande luz na escuridão. Abriram-se as portas do além. Revelou-se ao homem que a morte não é o fim da vida e nem, tampouco, o começo de outra vida.

O Espiritismo desvendou o mistério do além. Possibilitou ao homem compreender a vida eterna do espírito.

Já não cabe falar em fim da vida física ou em começo da vida espiritual. Os períodos vividos na terra ou no além são, apenas, etapas da vida única, compreendidas na eternidade e na imortalidade da alma.


Nessas etapas, o espírito leva consigo a bagagem dos seus conhecimentos, bem como, o nível de adiantamento que já alcançou. Não regride nunca. Pode, sim, estacionar num mesmo patamar até que complete as provas necessárias. É algo como o aluno que necessita, eventualmente, repetir as séries do seu estudo.


Quando encarnado, o espírito não tem lembranças de suas vidas passadas. Assim dispõe a providência divina para que aja segundo o seu livre arbítrio.


Vivendo no plano astral, o espírito tem conhecimento de suas vidas anteriores e pode conhecer o tipo de provas a que precisa se submeter. É, nesse sentido, que se diz que o espírito encarnado tem sempre uma missão para cumprir.


O acaso não existe. Família, aptidões, capacidade física, aparência, meio social, tudo isso são condições previamente concebidas para oferecer ao espírito encarnado as condições adequadas ao cumprimento da missão a que se propôs, antes do nascimento físico.


Alto dos Pinireus, frança
Estamos sempre no lugar certo, na hora certa. Os problemas, fatos e circunstâncias que se nos apresentam no dia-a-dia, são as situações que precisamos vivenciar e superar os erros do passado. Tudo com vistas ao ideal de alcançarmos os objetivos “espirituais” a que nos propusemos.


Nesse ponto convém mencionar que seguir ou não o roteiro pré-estabelecido estará condicionado ao livre arbítrio de cada um.


O espírito nunca estará sobrecarregado com fardo superior às suas forças.
Em cada “vida” há um trecho do caminho que precisamos percorrer.

Não convém agravar os nossos débitos com novas falhas nessa caminhada.


Nesse “rally” que denominamos vida, quem pilota o veículo é o livre arbítrio. Estamos criando, a cada momento, as circunstâncias de nossas vidas futuras.

Mas, qual é a missão?

A missão do espírito encarnado é viver.
Viver com alegria, dignidade e responsabilidade.


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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

SIMPLESMENTE HUMANO




Pintura mediúnica-Renoir (byFlorêncio)
As novas revelações de Deus para a humanidade foram trazidas pelo Espíritos Superiores:


  • O mundo espiritual é real e possui Leis Eternas;
  • Deus é Único e está no começo e no fim de tudo, aguardando todos os seus filhos;
  • Jesus é a Luz, o Caminho e a Verdade;
  • Nenhuma alma se perderá.

As verdades espíritas são muito consoladoras,lógicas e coerentes com a efetividade de um Deus de amor, que não criaria centenas de bilhões de almas para condená-las, quase todas, ao sofrimento eterno.


Muito bom podermos nos livrarmos de penas eternas e, melhor ainda, sabermos que nos está destinado uma vida  de felicidade.


É quase inevitável uma exclamação:

Que beleza! Tudo a ganhar, nada a perder!

Mas, como diria o poeta, “nem tudo são flores”. 

O triunfo de cada um será fruto do próprio mérito, mediante o seu próprio esforço para  conquistar a perfeição necessária para o ingresso nos reinos de felicidade. Muitas etapas da Vida, aqui e no além, se tornarão necessárias para o Espírito forjar a sua pureza e consequente elevação. 

Assim se compreende melhor as palavras de Jesus quando disse que "O Reino de Deus precisa ser conquistado".

Aí nos vem a pergunta: Como me credenciar para um mundo de felicidade – atual e futuro – sabendo que devo construí-lo com o meu esforço e mérito? Como conciliar as poucas virtudes com os muitos defeitos que carrego?  Forçoso é lembrar as palavras do Apóstolo Paulo:

“O bem que quero não faço. O mal que não quero esse sempre faço.”  Romanos 7:19.

A melhor hora para sentirmos o poder de Deus atuando em nossas vidas é quando estamos "no fundo do poço", sem energias. É quando reconhecemos nossa fragilidade para vencer os obstáculos e cessamos de nos debater. Nesse momento, quando entregamos os nossos problemas e nossos propósitos a Deus, recebemos a ajuda espiritual tão necessária.

Do âmago das minhas imperfeições, peço e obtenho o perdão de Deus, recebo a oportunidade de recompor as energias que desequilibrei. Então, das cinzas da matéria, revigora-se o meu Espírito e, com as forças renovadas, retomo a caminhada. Consigo firmeza onde antes só havia fraquezas.  Consigo vitórias.

Sinto-me enlaçado no amor de Deus. Vejo-me irmão de todas as pessoas e de todos as coisas. Sou energia e energia são todas as coisas.  Sinto a presença de Deus em tudo e em todos. Sou parte desta belíssima sinfonia universal.

Entre erros e acertos, sigo em frente sabendo que sou fraco mas posso ser forte. Erro mas tenho o potencial para acertar.  Fisicamente morro, mas sou imortal.


Sou filho de Deus. Sou divino em essência. Sou irmão do sol, da lua, das estrelas, dos rios, mares e cascatas. Sou fantástico.

Eu sou, simplesmente, humano!


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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

O QUE JESUS NÃO ENSINOU...


Ainda tenho muito a vos dizer, mas não o podeis suportar agora. Mas quando vier aquele Espírito de Verdade, ele vos guiará em toda a verdade, porque não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido e vos anunciará o que há de vir” 
Jo.16:12-13.
  
O texto bíblico citado não deixa margem a dúvidas. Jesus tinha muitas outras coisas para ensinar, mas não era ainda o momento adequado para fazê-lo. Passaram-se 2.000 anos e, até agora, apenas a Doutrina Espírita trouxe novos ensinamentos que vão além do que já estava revelado à época de Jesus e dos Apóstolos.

Jesus reservou verdades espirituais para serem divulgadas numa época em que o homem dispusesse de mais conhecimentos, que lhe permitissem melhor análise e julgamento dessas verdades, à luz da ciência, da lógica e da razão. O que não ensinou há 2.000 anos, Jesus ensina agora através das mensagens dos Espíritos Superiores – Espírito de Verdade.

Eis o que complementa os ensinamentos do Mestre:
  • a existência do mundo espiritual habitado pelos espíritos;
  • a vida após a morte com a plenitude do livre arbítrio e aquisições espirituais;
  • a multiplicidade das vidas físicas – encarnações - de um mesmo espírito; 
  • a comunicabilidade entre os espíritos e os homens encarnados;
  • a multiplicidade de mundos habitados:
  • a inexistência das penas eternas;
  • a certeza de que nenhum dos espíritos criados por Deus se perderá;
  • a Lei do Retorno das Ações;
  • a revisão dos conceitos de céu e inferno.


O Espiritismo apresentou ao mundo o conjunto das revelações postergadas para o futuro. Os ensinamentos agora revelados são apropriados a todas as religiões. No entanto, verifica-se que a Doutrina Espírita não recebeu boa acolhida e, pior ainda, foi combatida como erva daninha que deve ser exterminada. Há até religiosos que a condenam como doutrina herege oriunda das artimanhas de satanás.

Nesse ponto, é forçoso lembrar que os religiosos judeus afirmavam que Jesus expulsava demônios pelo príncipe dos demônios.

Não há mistério. Não há confronto. Há, apenas, verdades complementares, agora reveladas.


Quem tiver ouvidos para ouvir, ouça...


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sábado, 5 de fevereiro de 2011

A Luz, O Caminho. A Verdade

Calvário Húngaro-Fátima-Portugal (Foto:Euleir)
Jesus é a luz do mundo. Ele é o caminho, a verdade e a vida. Quem o segue não andará em trevas. Essas verdades eternas o Espiritismo também reconhece e afirma.


Os princípios da Doutrina Espírita são as novas revelações de Deus ao homem. Não se destinam a formar uma nova religião, ao contrário, contém as verdades reveladas para todas as religiões.


A codificação da Doutrina Espírita se produziu com estrita observância dos princípios científico, filosófico e da observação prática. Dessa forma, não afronta a lógica e nem os conhecimentos humanos, antes os complementa com a revelação das novas leis da vida espiritual.


Ela não teme encarar a lógica ou a razão. Não precisa, a cada momento, contestar a ciência diante de novas ou velhas descobertas. A fé espírita vê na ciência, na lógica e na razão valiosos aliados a compor e sedimentar a verdadeira fé em Deus.


Fundamentada nos ensinamentos de Jesus e tendo o Deus único como princípio de fé, a Doutrina Espírita – revelação espiritual - advoga a salvação de todas as almas e a constante evolução do espírito, no mundo astral ou em suas múltiplas encarnações físicas.


A doutrina espírita não define DEUS. Entende que nenhum conceito humano poderia, nem mesmo precariamente, circunscrever a grandeza, a glória e o poder do Criador. Apenas, para os efeitos didáticos e doutrinários emite o seguinte entendimento que adota, o qual complementa os valores já definidos pelas religiões cristãs - onisciência, onipresença e onipotência:


“Deus é a suprema inteligência do universo.       A causa primária de todas as coisas.                       É eterno, infinito, onisciente, onipotente, imutável, imaterial, único, soberanamente justo e bom.” 

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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

A RELIGIÃO DE JESUS!


Verifica-se, em nossos dias, um expressivo crescimento do número de igrejas – seitas ou religiões. Cada líder religioso pretende que sua igreja representa a verdadeira igreja de Cristo.


Qual a religião de Jesus? Que religião praticou Jesus quando encarnado entre nós?

Jesus nasceu na Judéia, no seio da religião judaica. O Judaísmo foi a religião que praticou durante toda a sua vida. É certo que procurou nela inserir novos ensinamentos, todavia, nunca condenou o Judaísmo como sendo uma religião imprópria. Praticou as solenidades dessa religião e ensinou no templo de Jerusalém e nas sinagogas das cidades e aldeias.


Assim, podemos afirmar:


  • Jesus nasceu, foi criado e educado na religião judaica;
  • Cumpriu o calendário religioso do judaísmo e os atos de fé nele prescritos;
  • Confirmou os ensinamentos de Moisés e a eles acrescentou o amor e o perdão; 
  • Ao criticar aspectos religiosos, sempre se referiu aos homens que exerciam os ofícios religiosos e não à prática da religião judaica. Chamou de raça de víboras os que dominavam a religião, mas nunca desautorizou a religião estabelecida por Abraão, Moisés e os profetas judeus;
  • Sempre demonstrou grande zelo e dedicação no cumprimento dos ritos eclesiásticos;
  • Jesus foi um zeloso seguidor da sua religião - o Judaísmo.
Dito isto sobre a religião de Jesus, soaria bastante coerente uma nova questão: Quantos cristãos, hoje, entrariam numa sinagoga e ali louvariam a Deus, como sempre fez o nosso Mestre Jesus?


As religiões são apenas caminhos que procuram religar o homem a Deus.


No contexto de nossa religião cristã que se fundamenta nos ensinamentos de Jesus e na aceitação do Deus único, como fonte de toda a criação, podemos e devemos recorrer aos ensinamentos do Mestre para nos aquietarmos quanto à indagação sobre a verdadeira religião. Ele disse: 

“Deus é Espírito. 
Os verdadeiros adoradores devem adorá-lo em espírito e verdade”.  
(Jo. 4.23 e 24)


Desse ensinamento basilar e, considerando que a religião de Jesus foi o Judaísmo, concluímos que a verdadeira religião é a que está no coração do homem, a qual deve ser praticada em espírito e verdade, não importando o rótulo ou título como se apresenta.





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