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Eusébio, Ceará, Brazil
Nasci no ano de 1940 e sou um velho espírita que vive no Brasil.
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segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

SUICIDIO IMPOSSÍVEL

SUICÍDIO IMPOSSÍVEL

Vivinho "da Silva" está aquele que destruiu o corpo, pelo suicídio, tentando fugir da vida. Vivo e bem vivo continuará o Espírito que habitava o corpo destruído. 

O que mata o próprio corpo, negando-se a viver uma etapa terrestre, continua vivo por que o ser que vive é o espírito indestrutível. O corpo eliminado era apenas um "escafandro" que fornecia ao espírito  as condições de se expressar no meio físico terrestre. 

Como a vida não sofre solução de continuidade, aquele que queria livrar-se de problemas e angústias continua com os mesmos problemas, agora, acrescidos da nova responsabilidade, decorrente da ação insana do suicídio que consumou. E, também, continuará mentalmente preso com o ato do suicídio, pelo tempo em que se dê conta do malefício causado e dele se arrependa.

Ingressando na esfera espiritual, a força da similaridade de vibração o atrairá para o recôndito dos suicidas, no mundo astral, forçando-o a conviver com espíritos em sofrimento que, também, cometeram o ato extremo de destruir a vida do corpo físico.

O Espírito vive eternamente. O corpo físico não é parte do espírito é, apenas, o meio de comunicação com o meio físico. Sua função é transmitir ao espírito as sensações que é levado a experimentar.

Destruir ou mutilar o corpo físico significa destruir a vestimenta física do espírito. Seria comparável a um mergulhador que destruísse suas vestes de mergulho profundo que lhe permitia continuar vivo no fundo do mar. Imagine-se um paraquedista que destruísse o próprio paraquedas durante o salto no espaço vazio.

A misericórdia divina concederá ao espírito, na época propícia, um novo corpo físico e uma nova oportunidade para retomar o seu aprendizado, desde o ponto em que o interrompeu. Talvez, esse novo corpo contenha deficiências compatíveis com o dano causado ao corpo da vida anterior.

A Lei da Ação e Reação impõe a volta para colher os frutos de todo o mal que semeou e, ao mesmo tempo, repetir o aprendizado em andamento.

Viva a vida e toda a possibilidade de nosso aprendizado e evolução!


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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

SUICÍDIO - ATO INEFICAZ



O suicídio é uma ilusão. O Espírito continuará vivo e apenas perderá o corpo que possuía através do qual podia realizar as ações sobre a Terra.

Suicídio é equivalente a um acidente em que se bate um carro e há perda total do veículo.

Ele só causa danos ao veículo que o Espírito utilizava para as suas atividades na Terra.

Livre do corpo, o Espírito segue  a sua viagem  levando consigo todos os problemas que o afligiam, agora agravados pelos danos da morte violenta que impôs ao corpo que abandonou.

A mesma ação que destruiu o corpo físico mutilou, também, o corpo de energias que reveste o espírito e que lhe permite, na encarnação, plasmar um novo corpo de carne. Em nova vida sobre a Terra, estando danificado, o novo corpo que vier a ser plasmado com as energias do Planeta conterá os danos e deficiências da destruição do corpo anterior.

Conclusão:

A destruição do corpo, pelo suicídio, não resolve os problemas dessa vida e ainda complica lá na frente, nas vidas futuras, na reencarnação. Além de precisar refazer as provas da vida anterior, terá agora o gravame de um corpo deficiente.

As comunicações mediúnicas com Espíritos suicidas nos relatam o grande sofrimento por que passam após a consumação do ato fatal:

Os que se enforcaram se dizem completamente sufocados e se mostram sem condições de falar;

Os que mutilaram o corpo ficam presos ao processo mental de tentar juntar e carregar as partes despedaçadas;

Os que destruíram partes cerebrais perdem a lucidez e passam a reviver, continuamente, o momento da ocorrência fatal.

Os suicidas são atraídos pelas energias dos outros suicidas e formam comunidades de almas em sofrimento e isso lhes afigura como o inferno de que haviam ouvido falar, quando encarnados.

Os que se livraram do corpo físico através do suicídio sofrem no Além e outra vontade não têm que receber a graça de voltar a habitar um corpo como o que desprezaram. Querem uma nova chance de estar juntos daqueles que o amavam.

O suicídio não elimina o sofrimento, antes, agrava-o com novos débitos a serem resgatados, em vida futura.

Bendita a misericórdia de Deus! 

TODAS  AS ALMAS QUE SOFREM, quando arrependidas, retornarão ao corpo físico para retomar a caminhada para a própria evolução.


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Sobre o tema suicídio, indico o melhor livro espírita que já li:

  • Memórias de um Suicida (Rio de Janeiro: FEB, 1955. 568p.) – atribuída aos espírito de Camilo Castelo Branco e de Léon Denis. Constitui-se num libelo contra o suicídio, descrevendo em sua primeira parte, os sofrimentos experimentados pelos que atentaram contra a própria vida. Na segunda e na terceira partes focaliza os trabalhos de assistência e de preparação para uma nova encarnação. Esta obra é considerada um marco na bibliografia mediúnica brasileira e o melhor exame sobre o suicídio sob o ponto de vista doutrinário espírita.(texto extraído da wikipédia)