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Espírita - Brasil

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

REPARTINDO O BOLO

Justiça Social é, também, o resgate do orgulho de ser brasileiro.

Hoje o povo canta o seu Hino e fala em valores nacionais. O cidadão tem orgulho de ser brasileiro.

Nunca existiu um Brasil como este dos últimos 12 anos. Pagamos as dívidas que outros governos relegaram ao título de IMPAGÁVEIS. Calote era palavra diária. Presidentes andando com o "pires na mão" e Ministros da Fazenda peregrinando em Nova York, de banco em banco, e só obtendo crédito para 30 ou 90 dias. Hoje somos credores de toda a confiança internacional.

Estão saindo do forno os primeiros médicos, engenheiros, advogados, dentistas e Educadores, concluindo cursos em faculdades e universidades nas quais nem sonhavam em pisar. O PROUNI os resgatou de uma perspectiva de nenhuma oportunidade para uma realidade de sonho materializado, para um futuro de alegrias e realizações. 

Hoje se pergunta ao filho do pobre que faculdade ele quer fazer, falamos de uma realidade possível. Antigamente, essa pergunta pergunta era apenas uma conversa amistosa, sem alcance prático.

Bendito o Governo que traduz em realidade os sonhos de uma nação.

Eu fui pobre de andar descalço e roupas remendadas. Minhas roupas eram costuradas em casa com o "paninho" mais ralinho que houvesse de mais barato. 

Ontem vi o filme Getúlio e me lembrei de que escrevi para ele, de próprio punho, com 11 anos, pedindo escola grátis (bolsa) para continuar os estudos. Ele respondeu e me concedeu uma matrícula em Colégio da Tijuca. Entretanto, ao completar 14 anos fui obrigado a arrumar emprego para ajudar no sustento da família... 

Eu vi a cara da pobreza do povo brasileiro. Morei em "comunidade" que, no meu tempo, se chamava "favela".

Eu vi o bom e o ruim desse País. Consegui comprar minha primeira televisão já com 3 filhos, em 1970, Naquele ano comprei também, através do consórcio o meu primeiro carro.

Quando vejo o Brasil de hoje em que todos têm televisão, carro, moto, celular e computador, penso na enorme diferença de anos atrás. Escolas com uniformes e merendas para todos é algo inimaginável para tempos atrás.

Nos dias atuais, posso ver o pobre, quase rico de bens e oportunidades. Parece uma miragem. O tempo das vacas magras, em que mal se podia comprar roupas e comida, passou.

Hoje quando penso nesse BRASIL GRANDE que tem crédito em todos os Bancos do Mundo, parece que nem era verdade quando havia um Brasil sem saldo para fechar as contas do mês, em Nova York... Importações eram suspensas ou, quando essenciais, ficavam condicionadas a financiamentos externos de 180 ou 360 dias, além de prévio depósito obrigatório, à vista, no BC do valor total da compra externa. Um verdadeiro confisco. Era assim, algumas empresas brasileiras tinham mais crédito do que o próprio Governo.


Longe se vai a DEMAGOGIA de economistas que cortavam salários sob a alegação de que PRIMEIRO SE PRECISAVA FORMAR O BOLO para depois reparti-lo.  Ignoravam que distribuição de renda traz consumo e consumo induz ao crescimento das indústrias e serviços.

Tivemos 500 anos de concentração de RENDAS. Nesse tempo, o tal bolo cresceu apenas para os ricos e privilegiados.

Demorou muito, mais os pobres hoje conseguiram participar do Orçamento da União.

Esse País mudou muito e MUDOU PARA MELHOR.

Hoje o Brasil distribui RENDA - repartiu o bolo - e o País vai muito bem, obrigado!



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