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Espírita - Brasil

quarta-feira, 6 de julho de 2011

MORRI E AGORA?

A Misericórdia de Deus está ao alcance de todos os seres e, dessa forma, não os distingue por seguidores desta ou daquela religião criada pelos homens e, nem mesmo, serão privilegiados os que conhecem e aceitam os conhecimentos da "Doutrina Espírita".

Faz algum tempo que li o livro “Morri, e Agora?”, do qual nunca me esqueci, não só porque narra os momentos que antecedem e que sucedem à morte do corpo físico, em diversos tipos dessas ocorrências, mas também porque essa narrativa acaba por revelar momentos hilários relativos à morte física, por vezes relatados pelo próprio espírito passante.

O livro se baseou no trabalho das Equipes Espirituais encarregadas de fazerem a transição dos espíritos entre os estados de encarnado e desencarnado em nosso planeta.

Não sei se houve a intenção de agregar um pouco de humor ao relato, mas dei muita risada com as inconformidades e os apuros mencionados daqueles que partem sem a devida compreensão do fato “morte”, inclusive, no que respeita às vestimentas e aparências deles "os que morreram".

É preciso que se diga que o desligamento do espírito do seu corpo terrestre é tarefa que pode ser tornar muito complexa, quer pelo despreparo espiritual de quem morre, quer pelo muito apego à vida física e aos bens materiais.

A ausência de religiosidade pode ser suprida pela prática do bem e o cultivo das virtudes, no sentido de facilitar o recebimento da assistência espiritual na hora da partida.

Em casos mais extremos, o Espírito rejeita qualquer tipo de ajuda e, assim, fica preso ao seu corpo e chega mesmo a presenciar a própria decomposição da matéria física, enquanto se esforça por retornar ao corpo para reanimá-lo.

Quando o espírito não aceita a morte física do corpo, pode ocorrer não dar-se conta de que morreu. Nessa condição, julga normal retornar ao seu lar e às suas ocupações habituais. Ao permanecer próximo acaba por retirar fluídos vitais das pessoas, o que resulta numa obsessão que, embora não voltada para o mal, causa mal estar e desequilíbrio àquelas pessoas, os seus entes queridos.

Os Centros Espíritas prestam auxilio aos espíritos que ficam perdidos ou confusos após a morte física, doutrinando-os para que tomem ciência da nova realidade das suas vidas e que, agora, precisam se libertar dos vínculos que os prendiam ao nosso plano terrestre. Se aceitam, são levados por Mentores Espirituais para os locais de Assistência, no mundo espiritual, onde serão tratados e reequilibrados.

O esclarecimento prestado ao espírito não se prende a questões religiosas de qualquer natureza e, dessa forma, atendem a todos os necessitados, independentemente das religiões que praticaram em vida, aqui na terra. 

Mas, voltemos ao livro “Morri, e Agora?” escrito por Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho, mediante psicografia, ditado pelo Espírito Antônio Carlos e publicado pela Petit Editora – www.petit.com.br .

A morte é um roteiro comum a todos nós os encarnados, nessa caminhada rumo à felicidade eterna. As dificuldades podem ser grandes, poucas ou nenhuma, dependendo do quanto estivermos prepararmos para esse evento. Assim, o melhor é irmos adquirindo, agora, as credenciais que nos facilitarão receber toda a ajuda espiritual que viermos a necessitar.

O primeiro passo é aceitar a ocorrência da morte, no momento em que ela vier, e sabermos que a vida continua em outra dimensão.

Confesso que me diverti lendo este livro, entretanto, não posso assegurar que outros também se divirtam com a leitura, mesmo porque se trata de assunto sério, versado por pessoas sérias, cujo propósito é esclarecer e ajudar a todos nós.

Todos gostarão dessa literatura, disso eu tenho certeza.


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Um comentário:

  1. Este livro é excelente! Ótimo para dar de presente... uma forma interessante de despertar os amigos para as realidades do além-túmulo!

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