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Espírita - Brasil

sexta-feira, 9 de março de 2012

CURA - Uma Historinha


Cura - Uma historinha.

Quando comecei a frequentar o Espiritismo logo fui destacado para auxiliar nos trabalhos de cura. Foi uma experiência muito boa. Fiquei encantado com aquela nova dimensão no tratamento e cura das doenças. Era um centro da “Linha do Oriente” e ali se realizavam muitos trabalhos de cura e limpeza psíquica. Ali aprendi muito.

Depois, tive o privilégio de encontrar o Zé Maria, um excelente médium de cura, na Cidade de São João da Barra. O Zé Maria me chamou para ajudar nos atendimentos que fazia sozinho, isto é, não vinculado a nenhum Centro Espírita.

Por alguns anos estivemos juntos nesse trabalho que ale ainda mantém com regularidade. O Zé me disse que o seu pai havia sido um excelente médium de cura e que ele fora o único, em 7 irmãos, que nascera com o mesmo dom. Ainda assim, conta ele, só depois de muito tempo interessou-se pelo trabalho espírita.

O Zé Maria preferia que as pessoas que o procurasse já tivessem desistido da cura médica normal. Só nesses casos se justifica recorrer ao tratamento espiritual, até porque, quando a causa da doença for espiritual, nenhum tratamento médico adiantará, dizia ele.

Durante anos estive ao lado do Zé Maria e atuamos, com orações e passes, no alívio do sofrimento de muitas pessoas.

Quem cura são os Espíritos - médicos espirituais designados por Deus para essa missão. Nenhum mérito nos cabe, como médiuns, além da doação das energias necessárias para aquele trabalho.

Uma historinha:

Eu e o Zé Maria estávamos dando atendimento a uma moça que tinha um câncer. Menina nova, pouco mais de 20 anos, a doença a deixara muito abatida, principalmente, face aos planos de casamento próximo e filhos. Eu morava distante e só vez por outra a via mais seguidamente. Fazia orações pra ela todo dia e quando podia dava passes.

Gosto muito de trabalhar com as energias, por isso, comecei a pedir que uma luz azul percorresse a corrente sanguínea dela e despertasse as defesas naturais do seu organismo.

Quando a encontrei novamente, logo perguntei como ia o seu difícil tratamento de quimioterapia. Ela me reportou que o tratamento prosseguia bem e, para minha surpresa, relatou o seguinte: Uma coisa estranha tem acontecido todos esses dias: "Percebo que uma luz azul caminha pelas minhas veias..."

Agradeci a Deus pela sua misericórdia e passei a confiar muito mais no poder das orações...

A moça se curou, casou-se e sua primeira filha se chama Vitória.

Não é uma linda história...? 


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