Quem sou eu

Minha foto
Eusébio, CE, Brazil
Espírita - Brasil

sexta-feira, 10 de junho de 2011

ZÉ MARIA - MÉDIUM - CRAQUE DE BOLA


O futebol está no sangue do brasileiro.

Hoje vou falar algo sobre futebol. Futebol combina com fim de semana, né? A ordem é descontrair...

Antes de entrar no tópico que quero comentar, vou, primeiro, destacar as andanças do Zé Maria, meu amigão das lides espíritas, pelos campos de futebol do nosso Brasil. 

É isso aí, o Zé Maria foi um bom zagueiro e jogou muito pelas “várzeas” do interior de Minas Gerais e do Estado do Rio de Janeiro. Dos seus feitos tomei conhecimento pelo depoimento de ex-colegas de time e pelos objetos - lembranças - que guardou como preciosos "troféus".

O Zé Maria destacou-se como um excelente zagueiro central que se divertia destruindo os sonhos dos atacantes, sequiosos por belos gols nas tardes domingueiras. Participou de campeonatos municipais atuando por equipes das cidades de Manhumirim-Mg, Tombos-Mg e São João da Barra-Rj, sempre na condição de atleta amador.

Sua vinculação atlética aos clubes variava segundo a conveniência do profissional eletricista e do trabalho em empresas geradoras ou  distribuidoras de energia elétrica.

Ao final, atuou como técnico do Santos, time amador, da Cidade de São João da Barra. Foi nessa época que conheci o Zé Maria, já, então, à beira dos gramados, do lado de fora das quatro linhas.

Hoje, ele se aplica a outros “campos” de atividade. Destaca-se, como médium, na defesa contra os invasores de outras esferas, aos quais vence pelo convencimento, mediante a dialética do amor e do perdão.

Feita essa digressão, retomo o assunto que hoje me levou a conversar sobre futebol.

Li, na internet, o destaque sobre matéria publicada em revista esportiva inglesa que disserta sobre a morte do futebol brasileiro. Como bom brasileiro, mesmo sem ler a íntegra do artigo, já me enchi de indignação por tão extrema colocação: “A revista inglesa "Four Four Two", uma das mais tradicionais publicações sobre futebol do planeta, destacou, em sua mais recente edição, a "morte" do futebol brasileiro. (10/06/2011).”

Sinceramente, acho que o autor da matéria abusou da inventiva no esforço de vender o seu “peixe”. Só assim se compreende um posicionamento tão radical relativamente ao futebol mais lindo do planeta. Não resisti em fazer uso da interação que já nos permite a moderna tecnologia e, no ato, postei o meu pequeno protesto:


“A inveja devia pagar impostos, no caso, royalties. O Brasil foi e continua sendo, agora juntamente com a Argentina, o grande celeiro/estufa do futebol mundial. Nossos craques estão espalhados pelo mundo. Onde houver um futebol que encante, com certeza haverá a presença dos craques do futebol brasileiro. 
Nossos craques povoam o planeta. Nossos técnicos estão espalhados pelo globo ensinando os povos a jogar o futebol mágico dos brasileiros. A ascensão de muitos países que já marcam presença no cenário mundial desse esporte, deve-se, em muitas situações, à presença de técnicos e jogadores brasileiros.
Se quiserem falar de morte das organizações futebolísticas brasileiras ou da existência de cartolas corruptos, tudo bem.
Mas, está muito longe a morte do toque de bola, da malandragem e da picardia do futebol brasileiro.
Novas safras de jogadores vão surgindo ano a ano, que o digam Neymar, Ganso, Lucas, Casimiro e muitos outros.”


Nem por hipótese, consigo admitir a possibilidade da morte do futebol brasileiro. Ainda assim, se tal ocorresse, por uma “catástrofe” do destino, voltaríamos às “bolas de meia” e novos craques sairiam pelas portas das nossas maternidades e cobririam, também, os gramados do futuro.

Um excelente fim de semana para todos, de preferência, com um bom futebol para a tarde domingueira.


.-.-.-.-.-.-.-.

Nenhum comentário:

Postar um comentário