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Espírita - Brasil

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

A REALIDADE DA FÉ



A REALIDADE DA FÉ E O FANATISMO RELIGIOSO

A fé é um sentimento, uma certeza que só existe no plano subjetivo de cada um. É, portanto, abstrata. Não tem materialidade. Não se expressa concretamente como algo físico e palpável.

No entanto, quando a fé preenche o nosso coração e se irradia como uma forte luz que ilumina tudo à nossa volta, ela se torna uma presença tão forte que quase podemos tocá-la como se concreta fosse. É dessa "fé-realidade" que quero falar hoje. A fé que preenche a nossa vida e transborda para a realidade da vida.

Todos apreciam uma pessoa de fé e a ela recorrem sempre que precisam de oração. Seja na pessoa de um padre, um pastor, um espírita, um benzedor ou um curandeiro.

É comum que as pessoas que têm fé queiram atrair outras pessoas para participarem do mesmo entendimento religioso. Entretanto, o que nasce como um fato aceitável pode, lamentavelmente, degenerar para o fanatismo e até provocar mortes e genocídios, como temos visto, inclusive, na nossa atualidade histórica.

O zelo religioso, sendo condição individual, deve conter-se no íntimo de quem o abriga. Nem Deus interfere na liberdade que Ele mesmo concedeu.

Se alguém decidir assumir um risco além do razoável Deus não a impedirá, mesmo que a morte seja a hipótese mais provável. Ora, se Deus permite a cada um agir como quiser, por que um fanático religioso poderia atribuir-se um direito maior que o de Deus?

Responderemos pelos nossos atos colhendo os bons ou os maus proveitos que deles resultarem.

Que a nossa fé brilhe como um farol na escuridão. É certo que ela produzirá as obras que a ela própria exaltarão.

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